O Qt não é um framework que pode apenas ser usado no QtCreator. Através de um projeto bem configurado pelo CMake, por exemplo, é possível ter um projeto que pode ser compilado e depurado tanto nas ferramentas do Qt quanto no Visual Studio. No entanto, na hora de depurar algumas coisas são difíceis de fazer. Por exemplo: como olhar o conteúdo de uma QString? Visualizando QString no Visual Studio
Ed Weissman, ou edw519 para os íntimos, é um dos comentaristas mais efusivos, pragmáticos e experientes do Hacker News. Ele tem programado profissionalmente há quase 40 anos. De mainframes a projetos web, a evolução dele passou basicamente pelo dobro de gerações que provavelmente você passou. Ele também já esteve envolvido como sócio/fundador em três empresas, vendendo tanto serviços quanto produtos. Ele trabalhou com centenas de pessoas em mais de mil projetos em mais de um milhão de linhas de código. Ele já compartilhou muitas opiniões com a comunidade, e agora juntou boa parte dessas opiniões em um livro, um ebook, disponível para qualquer um que queira observar alguém que esteve nas trincheiras por muitos anos e não tem medo de dizer o que pensa. The Best of edw519
Acho que todo mundo já passou por isso. Você compila todo o projeto bonitinho e no final, ao depurar, ele faz aquela velha pergunta: “o projeto está desatualizado: deseja compilar novamente?”. Mas como assim? Eu acabei de compilar, não faz nem cinco segundos. Está quentinho, saiu do forno agora. O velho problema do project out of date do Visual Studio
Esta palestra tem como objetivo ensinar o que são moedas digitais, como o bitcoin, e cada passo necessário o algoritmo e implementação para torná-la real. Será utilizado C++ como a linguagem-base e o foco está mais na implementação do que na matemática ou no algoritmo. Assim como foi criado o bitcoin, o importante a aprender é como unir diferentes tipos de conhecimento e tecnologia em torno de um objetivo único, simples e prático. Palestra: como criar moedas digitais em casa com C++ (kick-off)
Quando você pesquisa sobre isso no Google o que mais encontra é ferramentas “gratuitas” que prometem fazer a conversão ou algo do gênero. No entanto, há um procedimento simples em que o próprio Windows pode corrigir os problemas oriundos da conversão do boot UEFI/GPT. Depois, é claro, que você usar uma outra ferramenta esperta open-source =) Convertendo Windows de UEFI para MBR
Após depurar a BIOS e a MBR, eis que surge a UEFI: os GUIDs para SOs instalados no seu HD. Quantas siglas, não é mesmo? UEFI: dê adeus à MBR
Já está disponível na grade de palestras do Native Floripa 2017 o conteúdo que será ministrado nos dois dias do final de semana dias 18 e 19 de março de 2017 em Florianópolis, na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Rodovia SC 401, Km 4, Bairro Saco Grande, Florianópolis, SC, CEP 88032-000, Telefone (48) 2107-2700). As palestras englobam trabalhos acadêmicos, teoria da computação, demonstração de bibliotecas e práticas comuns no dia-a-dia, treinamentos em engenharia reversa, embarcados e internet das coisas, e toda coleção de linguagens bizarras que você poderá conhecer. Ah, e moedas digitais (eu! eu!) =) Native Floripa 2017: Palestras
É muito bom (para quem gosta) usar a IDE e viver feliz sem precisar se preocupar em digitar comandos estranhos no prompt. Porém, essa vida acaba quando ocorre o primeiro erro inexplicável, aquele tipo de erro que não importa onde você olhe, não há nada para olhar. Até você apelar para ferramentas de macho. Pacotes perdidos do NuGet em projetos C++ no Visual Studio
A comunicação oferecida pelo Protocol Buffers, uma maneira otimizada de codificar mensagens em alto nível, é uma das formas mais ideais de realizar a ponte entre cliente e servidor quando se fala de aplicativos mobile. A solução já suporta inúmeras linguagens, desde C++ (a linguagem oficial) até Java, passando por Python e .NET. Um mesmo arquivo de definição pode ser usado entre diferentes tipos de tecnologia. Este artigo mostra o caminho das pedras para compilar o protobuf para Android e de quebra mostra como é fácil fazer um mock de servidor local em uma configuração local com o gerenciador de builds do Android. Android protobuf, mock configurável
Imagine que você vai começar a trabalhar em algo novo. Daí você baixa a última versão do branch de dev e começa a codar. Então chega um momento em que o primeiro, segundo, terceiro commits são necessários para manter a ordem em sua cabeça. “Fiz isso logo de manhã, testei algo diferente antes do almoço e de tarde fui incrementando a solução final até passar todos os testes.” Tudo bonito. Mas como fica na hora de subir essa bagaça pras pessoas verem? Um commit por feature
Sério, esta é uma pergunta relevante neste momento. Ao menos para mim. Estou cansado de tentar manter duas áreas distintas do conhecimento, que venho arquivando por anos, e estou pensando em publicar sobre absolutamente qualquer coisa relacionada com meu dia-a-dia por aqui, o que irá envolver necessariamente assuntos que não girem em torno de programação e nem em C++. Por onde você acessa este blogue?
Você já colocou aquele seu projeto favorito em /W4? Por padrão, o Visual Studio cria seus projetos com o nível de warnings e 3, porque o nível 4 é muito, muito chato. No entanto, algumas vezes ele serve para que seu código não fique apenas correto, mas bem documentado e apresentável. Vamos tentar? Warning de nível 4
Ano passado tive alguns problemas em um projeto que se comunicava com um dispositivo em firmware pela USB. Estávamos utilizando uma biblioteca open source do GitHub que parecia estar bem testada e mantida. Porém, não exatamente para nossos objetivos. ReadFile assíncrono pode ser síncrono quando você menos espera
Se você é programador é bem provável que já tenha ouvido falar em Flow ou The Zone. Se for leitor assíduo do Hacker News, então, nem se fala. De qualquer forma, uma das maneira mais produtivas do programador programar é entrar na famosa “zona”. É lá que muito de nós nascemos. Lembra a primeira vez que mexeu em um computador ou afim e ficou tão obcecado que não viu o tempo passar? Pois bem. Você esteve na zona. E estar nela é um bom lugar para trabalhar. Entrando na zona com Vim
Com o surgimento da infraestrutura LLVM, que possibilita a união entre diferentes ferramentas que suportam diferentes plataformas para o desenvolvimento de software, e o clang, um font-end para C/C++ que roda não só em *nixes da vida, como também no Windows, como também no Visual Studio, tem sido uma vantagem para projetos que usam as novas features do C++ moderno, muitas ainda não implementadas no compilador da Microsoft, unir o útil (Visual Studio) ao agradável (C++ modernos via clang). Este vídeo tem como objetivo demonstrar como essa união é simples e fácil de ser realizada dentro do próprio Visual Studio. De quebra, vamos descobrir alguns problemas que podem ocorrer nessa união de toolsets e como corrigir. Vídeo: Usando clang no Visual Studio
Mesmo que você não programe em C/C++, mas programe para Windows (ex: .NET), sempre há a possibilidade de seu programa estar causando leaks de handles indefinidamente, o que não se traduz em aumento significativo de memória alocada para seu processo, mas é, sim, um problema a ser tratado. Quantos handles sua aplicação está abrindo?
O livro-base sobre a linguagem C++ e como programar nela tem o nome pouco criativo “The C++ Programming Language”, e é de Bjarne Stroustrup, o criador da linguagem. Ele começou a desenhar a linguagem em 1979, quando ainda a chamada de “C com Classes”. Havia um problema a ser resolvido na época em que Stroustrup estava fazendo sua tese de doutorado. Havia linguagens muito boas em abstração como Simula – como o novo conceito de Orientação a Objetos – que carecia do mais importante na época: velocidade (só na época?). Já linguagens mais antigas como BCPL eram bem rápidas, mas eram tão simples que pareciam mais um Assembly glorificado. Havia, portanto, a necessidade de preencher a área de computação com alguma coisa bem no meio. A Linguagem de Programação C++: O Início
Vamos falar, então, de café? O café tem feito parte da minha vida em diferentes fases. Já o havia conhecido desde criança, pois diferente de hoje em dia, crianças podiam tomar o tradicional café da manhã com café e leite e ninguém ligava muito. Eu até participei do ritual infantil de molhar o pão com margarina na minha combinação perfeita entre café e leite quentinhos feitos pela mamãe. Talvez por isso a minha próxima fase com a bebida, como programador, tenha sido tão agradável e natural. Café
Eu já sabia que havia um sistema de criptografia de arquivos no Vim. Isso pode ser útil para textos secretos, ou para enviar qualquer bobagem para outra pessoa que sabe de uma senha que só vocês conhecem. Porém, o método default de criptografia dele não me animava. O pkzip é usa um algoritmo fraco, e os inúmeros programas que quebram zips encriptados estão aí para demonstrar. Além do mais, o blowfish da versão 7 do Vim tem problemas em gerar seu salt que favorece ataques de força bruta tão baratos quanto um XOR. E é aí que entra em cena o Vim 8. Guardando senhas com Vim
A vida dos programadores C/C++ Windows – e que geralmente precisam do Visual Studio – está um abandono total. A configuração de make dos projetos sempre foi baseada no uso de makefiles, assim como no Unix, e por isso mesmo o uso da ferramenta nmake do SDK do Windows era a maneira padrão de se compilar e ver o resultado de dentro do Vim para projetos Windows. Com o advento do .NET, do Visual Studio 2003 e dos XMLs disfarçados como arquivos de projeto e solution, o uso do makefile foi paulatinamente abandonado, gerando diferentes versões de ferramentas – todas incompatíveis – para conseguir compilar um ou mais cpps e conseguir ver o resultado. Usando GVim com projetos do Visual Studio
Blogue do Caloni - 2017-02-21 01:28:26