Leituras

2019-09-16

  • 12 Regras para a Vida, de Jordan Peterson, é o livro contemporâneo mais relevante que andei lendo (não que eu leia muito). Diz sobre como cuidar de sua própria vida através de regras embasadas em ciência e tradição.
  • A Linguagem de Programação C, de K&R, é clássico absoluto da área.
  • Amazonita, de Nati Oliver, é ficção curtinha de época sobre folclores brasileiro.
  • As Portas da Percepção, de Aldous Huxley, sobre como é tomar LSD.
  • Chimpanzés falam, mentem e recitam poesias com a linguagem dos sinais, por Sergio Andreu, ensina que chimpanzés podem ensinar sua família a linguagem de sinais aprendida. “Mais surpreendente foi registrado em outra gravação na qual um dos chimpanzés repetia “chorar, chorar; vermelho, vermelho; silêncio, silêncio; divertido, divertido”, um enigma para a equipe até que um amigo poeta do casal apontou que os sinais destas palavras eram similares e que se tratava de uma aliteração da língua de sinais, ou seja, uma composição poética.”
  • Coders at Work: Reflections on the Craft of Programming, um texto antigo que havia escrito no meu blogue técnico sobre este livro técnico.
  • Confirmation Theory: Hume’s Refutation of Induction é a tentativa de refutacão da teoria da indução de Hume, por Michael Huemer. Ele basicamente pega a falha do empirismo observado por Hume e usa contra ele mesmo (dados do passado não valem para o presente, nem a indução).
  • Crash Dump Analysis: o livro, uma resenha da época do meu blogue técnico.
  • Deep Work => Flow, o resumão sobre os dois pilares da produtividade e prazer no trabalho.
  • Diálogos Sobre o Vegetarianismo é um trabalho ficcional do filósofo Michael Huemer que nos ajuda a compreender o pensamento vegano e também a linha de raciocínio de um intuitivista como Huemer.
  • Film Theory and Criticism, o livro-referência sobre crítica cinematográfica que você encontra em respostas do Quora sobre onde aprender mais sobre o assunto.
  • Fluent Japanese From Anime and Manga: The Fun and Easy Way to Learn Japanese Vocabulary, Kanji, and Grammar by Eric Bodnar. “In general, the more input you receive and understand the more references you gain on how a native speaker would say something. When you receive and understand thousands of hours of input through reading and listening, you build a massive library of references that slowly transforms into a natural intuition of how to use the language like native speakers do. As a result, you understand nearly everything, and you can speak fluently while also sounding near-native.”
  • George Orwell: Politics and the English Language, o guia sobre como escrever mais relevante do século.
  • Good Legal Writing: of Orwell and Window Panes, by Pamela Samuelson. “The first thing you must do when you write is be yourself; the second thing you must do is learn to appreciate and enhance your natural strengths as a writer (yes, you have them); and the third thing you must do is understand and work on removing whatever weaknesses are undermining your strengths.”, “The reason many law students seem to take so long to get to the point is that they have adopted what I deem to be an artificial structure, often a structure which could be used for any paper, no matter what its thesis. If this has been your habit, think about breaking it. It’s time to try a more unified, more integrated, and more analytical structure. It is time to learn to get to the point on page two. It is time to learn to develop a structure which can be the structure only for that paper because it’s based on the particular analysis you’ve developed to support your thesis.”
  • How Technology Hijacks People’s Minds – from a Magician and Google’s Design Ethicist
  • How to Improve at Chess Rapidly. “The tl;dr of this training plan is: play a lot, analyze your games, and primarily study tactics. Your knowledge of openings, endgame, middlegame, etc. will come from analyzing your games and going over grandmaster games. Only study one of those specific topics if it is clear you are specifically losing because of that topic.”
  • How to hack your biology and be in the zone every single day, de Dr Alan Watkins, ensina que é possível controlar conscientemente seu estado de espírito para ser mais produtivo através da respiração. O ritmo da respiração é o fator mais importante. A eletricidade do corpo está 20x mais concentrada no coração do que no cérebro (que está disperso). A quantidade de batimentos por segundo determina o estado de excitação, mas é o ritmo que determina o estado de espírito (positivo ou negativo).
  • Introdução à Introdução à Computação é o livro que começou tudo para mim.
  • Jejum Intermitente e Nutricionistas em Fúria é o início de uma guerra entre uma profissão e dados bem embasados pela ciência. Quem vencerá?
  • Just the Arguments, um dos primeiros livros que tentei fazer uma resenha.
  • Lessons learned from On Writing Well, por Robin Wieruch, gera alguns insights diferentes dos que tive na minha própria resenha. “Make the written word your own - make it personal - only then the reader will go with you.”, “Build up your sentences in a logical order. Think in building blocks, like in a project, where each block follows another building block. Don’t write by accident.”, “The most important sentence is your first sentence. The second most important sentence is the second sentence. Each sentence builds up on the other.”
  • Mastery: The Keys to Success and Long-Term Fulfillment é um dos livros mais influente que li nos últimos anos, ele usa a máxima de devagar e sempre e a teoria da planície, nossa habilidade atual, como plataforma para nos elevarmos constantemente.
  • O Mundo de Sofia no começo foi muito bom, mas com o tempo você vê que é infanto-juvenil para nerds.
  • O Papel da Genética na Mobilidade Social é um interessante estudo que tenta explicar como as pessoas ficam ricas ou pobres e tenta relacionar com sua herança genética.
  • On Writing Well de William Zinsser é um Syd Field (Screenplay) para não-ficção.
  • On Writing, por Stephen King, me ensinou uma importante lição: escreva com a porta fechada, reescreva com a porta aberta.
  • Practical discipline, de Zbyhnev, é um guia sucinto de como aumentar a produtividade simplesmente fazendo. “Consistency is a matter of survival for your sense of self.”
  • Primacy o’ Existence, de Michael Huemer, dá um tapa na teoria de Kant e se aproxima de Ayn Rand sobre a primazia de nossa existência epistemológica. “Second, because of this epistemic primacy of existence, she regards perception as the base of knowledge and as self-evident (for perception is the direct awareness of external existents). Whereas Kant argued that since a priori knowledge exists, it must be the case that reality conforms to our minds, Rand argues conversely: since reality does not have to conform to our minds (but rather the reverse is the case), there can not be a priori knowledge – we can only acquire knowledge through interacting with the world.”
  • Resenha: Sinais do Fim é um livro mequetrefe que comprei de um carinha do lado do Masp.
  • Story, by Robert McKee, fala sobre a universalidade dos arquétipos, a profundidade do plot baseado na riqueza de detalhes dos personagens e a partir daí começa a se profundar para o criador de ficção. E foi aí que eu caí fora.
  • The Age of the Essay, by Paul Graham. A questão que Graham coloca é que hoje em dia as escolas ensinam a escrever ensaios sobre literatura, que não interessa a ninguém, quando poderiam estar escrevendo sobre experiências da vida e interesses em comum, sem ter certeza se está certo. Ensaios são apenas nossa percepção do mundo colocado em palavras, exprimindo ou não uma opinião, e não há respostas erradas. Em que momento isso se perdeu na História? “When I was a kid, I used to think adults had it all figured out. I had it backwards. Kids are the ones who have it all figured out. They’re just mistaken.”
  • The Best of edw519 é um ótimo guia de um tiozinho das informática que compilou o que a experiência ajuntou em sua vida profissional de programador, empresário e resolução de problemas.
  • The ONE Thing, um início inspirador neste auto-ajuda, mas deixei de lado depois que vi que era apenas mais um auto-ajuda.
  • Why Facts Don’t Change Our Minds é um artigo do New Yorker útil para entendermos porque nossa relação com a realidade não é tão crítica assim.
  • Why People Are Irrational about Politics, de Michael Huemer, dá bons indicativos de como argumentos políticos não possuem racionalidade por trás, seja qual lado você defender.
Leituras. Categoria: blog. Publicado em 2019-09-16. Quer colaborar?