Por que as startups brasileiras precisam de outsourcing
Wanderley Caloni, 2015-08-04

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Não é novidade que uma boa ideia, na área de informática, muitas vezes não precisa de apenas boas intenções. Na verdade, acho que quase nunca. Saber com quem se fala, ter os contatos certos e o investidor-chave, simplesmente não irão trazer sucesso a nenhuma empresa se esta não conseguir sequer engatinhar tecnologicamente e mostrar que seu core business vale a pena.

Para isso que empresas como a Bit Forge estão começando a desenvolver software sob o modelo catalisadora de startups.

E como funciona?

Basicamente quando uma startup tem uma ideia inovadora, mas não sabe como conseguir ter uma demo básica, mínima e fundamental de forma rápida, simples e indolor, para que mostre aos potenciais clientes e investidores, ela precisa ligar para o nosso escritório e fechar um contrato de desenvolvimento inicial.

O que é feito a partir daí é uma análise enxuta de requisitos, definição de escopo mínimo e o custo inicial para que a ideia saia do chão e crie as primeiras asinhas. A partir daí a empresa já tem uma solução funcional que pode ser demonstrada. Depois disso, com o sucesso dos testes no mercado, essa nova startup já pode contratar os programadores iniciais que irão dar manutenção em um sistema que acabou de nascer através de um treinamento da catalisadora – no caso, nós – ou, caso o mercado ainda precise de mais inputs, uma nova rodada de desenvolvimento e/ou uma manutenção básica que irá trazer estabilidade para a solução enquanto ela cresce de maneira orgânica.

Em suma: você só paga até onde conseguir validar sua ideia. O que, convenhamos, sai bem mais barato do que contratar uma equipe, alugar um escritório ou, dependendo da complexidade de sua ideia, investir em head hunters que irão tentar encontrar talentos dispostos a despender tempo para seu projeto.