A Propriedade é um Roubo

Wanderley Caloni, 2020-10-11

Dei uma folheada neste e outros textos de Proudhon, um dos anarquistas intelectuais mais falados nas rodas de filosofia, e cheguei à conclusão que é impossível se identificar com tamanho apelo às emoções. Proudhon, como tantos pensadores à esquerda, apela demais para o intangível e não argumenta com propriedade; nem a rouba nem a empresta. Ele parte do senso comum de que "não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você" e por isso se tornou popular, mas o senso comum muda com o tempo. Hoje soa ingênuo, infantil, quase uma peça de teatro escolar. Vamos todos dar as mãos para um futuro melhor.

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