Acertando o Passo

Wanderley Caloni, escrito para Cinemaqui, 2018-05-01.

Não costumo chorar em filmes, ou costumava; hoje em dia a ironia e o sarcasmo dos jovens tomou meu coração. No entanto, em Acertando o Passo o choro vem fácil e natural em pelo menos dois momentos, momentos que considero dignos de se expressar além da admiração intelectual: quando pessoas agem de maneira altruísta, e o motivo não é porque é o certo a se fazer, mas porque é de seu feitio, é o que forma sua personalidade.
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