Big Stan Arrebentando na Prisão

2010-04-04

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

Se algumas pessoas possuem preconceitos (bobos) de não ver Rob Schneider atuar, o que diriam a respeito de um filme em que ele não apenas atua, como dirige!

É o que acontece em Big Stan, onde o Stan do filme (Schneider) é um milionário do ramo imobiliário que vai ser preso por enganar velhinhas indefesas e precisa estar preparado para impedir o que parece inevitável uma vez na prisão: ser estuprado.

E, acreditem, o tema do abuso sexual ganha uma participação no enredo que preenche quase metade do filme. A outra metade é sobre a apresentação da vida na prisão e como ela irá mudar com a vinda do novo detento.

Como a maioria dos filmes do ator, as sacadas e narrativa são pouco originais, onde muitas piadas são repetidas à exaustão e muitas sequer são inseridas em momento adequado (como o fato dele ter gostado da comida da prisão por ter comido bichos vivos por seis meses, em uma participação não tão especial de David Carradine). A história termina por criar um dramazinho artificial dos reais objetivos do chefe da prisão em causar seu fechamento: construir um empreendimento imobiliário no local. Com a ajuda de Stan pretende organizar o negócio assim que conseguir forçar um motim dos detentos, forçando assim o fechamento da prisão.

É de certa forma notável o esforço de Schneider em alterar seu personagem do início, um milionário fresco, para o Big Stan do título que chega na prisão com uma autoestima bem melhor. O caminho para se chegar a esse momento é que é de gosto duvidável.

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