Carga Explosiva: o Legado

2015-09-04

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

Após a morte do meu pai, uns 3/4 anos atrás, se tornou mais fácil para mim detectar aquele sentimento que une um ser humano e seu rebento (isso pelo menos do lado do rebento). Há algo invisível beirando a comunicação entre esses dois seres. É impossível detectar de forma objetiva, mas ele existe. Talvez mais forte para alguns, e irrelevante para outros. No caso do filme “Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer”, entre o personagem icônico de Bruce Willis, John McClane, e seu filho Jack (Jai Courtney), essa relação pai e filho não encontra espaço para se desenvolver por causa do velho, imortal e indestrutível McClane.

A crítica completa foi escrita para o site CinemAqui. Você deve encontrá-la pesquisando por lá.

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