Enterrado vivo

2010-12-10

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

O trabalho final em cima de um filme de um cenário só evoca uma trilha de suspense dos anos 60, além de ter seu design gráfico lembrando pequenos caixões que vão descendo a tela.

O início é óbvio: ouvimos apenas o som ofegante de uma pessoa, com a tela completamente escura, pelo tempo suficiente para não soar enfadonho. Diferente do protagonista, a câmera pode se mover à vontade, mas apenas dentro do limite do próprio caixão, o que contribui para a claustrofobia do espectador. Claramente com o intuito de conseguir variar o bastante para não tornar aborrecido um filme desses, a câmera por vezes se utiliza de ângulos inusitados, zooms diferentes, chegando a um travelling circular em volta do corpo do sujeito, passando atrás dos seus pés.

O final é apelativo, e igualmente óbvio. Ainda assim, a linguagem inovadora do seu criador merece créditos extras. As vantagens de produzir conteúdo independente.

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