Loucos por Nada

2011-03-24

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

O primeiro trabalho de longa metragem cinematográfico (já havia feito trabalhos para a TV) de Taika Waititi é simpático e divertido de assistir. Talvez pelo fato de uma produção Indie ser simpática pela própria natureza de agradar pelo diferente e pela quebra das amarras hollywoodianas que demarcam o terreno onde as produções dignas de pipoca devem ser produzidas.

Talvez, porém, seja pela interpretação carismática de Loren Horsley, que faz com que esperemos, no final de uma cena, pelo seu sorriso desconcertado de sua tímida mas ousada Lily. Essa atriz, pelo que pude constatar, ainda está esquecida na distante ilha de Nova Zelândia, onde outra produção 500 vezes mais cara (Senhor dos Aneis) foi produzida.

Mas divago.

O fato é que Loucos por Nada muitas vezes nos arrebata pela criatividade das cenas, ainda que conte uma história que não tem nada de surreal. É apenas um romance entre uma garota tímida e um nerd amargurado. O que eles fazem frente às câmeras transmite tudo que é necessário para entendê-los, juntos e separados.

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