Niède

2019-03-27 · 3 · 620

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

No começo de “Niède” há umas batidas bacanas na trilha sonora, batidas ocas, que não conseguimos discernir de onde poderiam vir, exceto de materiais muito primitivos. Essa batida já começa o filme evocando tempos tão distantes na cronologia humana que sequer ousamos imaginar o que o homo sapiens fazia até então. Ainda assim, a naturalista e paleontóloga Niède Guidon afirma com certa convicção que podemos concluir através de pinturas rupestres que não há muita diferença entre desenhos de homens palitos com um museu de arte moderna, e nisso podemos concordar.

A crítica completa foi escrita para o site CinemAqui. Você deve encontrá-la pesquisando por lá.

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