O Doce Amanhã

Este é um rascunho e está sujeito a mudanças.

Exaltado em Cannes e pela crítica, este drama desestrutural adapta o livro homônimo que utiliza a fábula do Flautista de Hamelin, o que leva todas as crianças de uma cidadezinha embora porque a cidade se recusou a pagar por ter eliminado a praga dos ratos da região, ambos usando sua flauta. A fábula é curta e poderosa, e o filme é confuso e ambíguo. Há muitos momentos que não temos certeza por que houve uma transição de um certo personagem para o outro, e a mensagem de um advogado clamando por justiça enquanto sua filha se acaba nas drogas é brega demais para pensarmos a respeito. Nem a seriedade de Ian Holm (o Bilbo Bolseiro de O Senhor do Aneis) consegue nos convencer de que este é um drama inteligente com múltiplas camadas e crítica social. Para se convencer disso você terá que ouvir o que Cannes tem a dizer, não o diretor Atom Egoyan.

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