O Homem que viu o Infinito

Este é um rascunho e está sujeito a mudanças.

Bibliografia blasê e de conveniência, com matemáticos se dando tanta importância que chega uma hora que não importa mais. É a história de um indiano sem estudos formais que com a ajuda de um professor de Cambridge consegue publicar alguns trabalhos relevantes para outros matemáticos. Tudo é muito abstrato, incluindo as personalidades desses personagens, eternamente em um palco de teatro. Seus diálogos nunca se unem como nas supostas fórmulas elegantes desse indiano. É uma sucessão de frases de efeito que sequer tentam criar alguma importância real para a história, apenas vivem repetindo como é importante. Uma direção de arte e produção de filmes televisivos, mas com um elenco de primeira que nunca consegue entregar a coisa real. Exceto Dev Patel, como sempre absorto nas obsessões de seu personagem, incapaz de esboçar um sorriso que não implique em seriedade. Jeremy Irons não consegue salvar seu personagem do destino de um narrador glorificado. É como se diz hoje em dia sobre biografias, se você vai movimentar uma equipe inteira para mostrar visualmente o que é possível aprender em quinze minutos lendo a Wikipédia, prefira a Wikipédia.

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