Pink Floyd The Wall

2010-11-06

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

Reunindo várias filmagens que se assemelham a video-clipes e desenhos psicodélicos, o filme de Alan Parker parece dar um tom surreal à história e às impressões da banda britânica Pink Floyd. Jogando com o silêncio das cenas e da música e das letras de outras, o filme faz paralelo entre o passado, presente e futuro de um garoto que tem o pai morto na guerra, como notamos visualmente na transição entre a luz do lampião e a luz do sol com garoto correndo do horizonte.

Uma câmera gira em torno do sofá, mostrando as cinzas de um cigarro que não foi fumado segurado pelas mãos do protagonista em catarse assistindo à TV. Tantos os símbolos mais óbvios quanto os mais íntimos se juntam para compor algo além. A faxineira abre a porta de seu quarto, ao bater a corrente, com as portas acorrentadas e de jovens em debandada, com paralelo com soldados correndo na guerra. Tudo parece se juntar em apenas uma harmônica.

Um filme para degustar com os olhos e ouvidos sintonizados.

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