Planeta 51

2011-11-06

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

A grande impressão ao assistir a introdução e o desenvolvimento de Planeta 51 é que, enquanto argumento, alguém lá no fundo pensou que poderia dar certo (talvez Joe Stillman, que aqui assina apenas como escritor, não roteirista). Talvez o fato de ter sido feito por uma produtora ainda sem veios artísticos (= experiência) para a animação e dirigido e co-dirigido por três pessoas sem muito currículo talvez tenha influenciado um pouco nos tropeços do desenvolvimento criativo da ideia e no uso funesto de trilhas sonoras batidas em sequências claramente não-merecedoras.

A história inverte os papéis que no cinema geralmente servem a nós, humanos, sempre atacados ou visitados por seres de outro planeta. A ideia é o que aconteceria se fossem eles que fossem visitados por um astronauta da NASA, que é exatamente o que acontece (embora sem muito mais explicações a respeito dessa viagem).

Aproveitando o argumento original para expor o protagonista no velho clichê de “eu amo uma garota, mas tenho vergonha de me declarar e por isso ela fica com o cara mais descolado”, aparentemente o roteiro se esquece do argumento com maior potencial criativo e parte para uma narrativa rala que busca apenas contar as aventuras que o astronauta terá que passar para conseguir voltar para seu (agora amado) planeta natal.

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