Segunda Chance

2015-05-10

Este ainda é um rascunho publicado prematuramente e está sujeito a mudanças substanciais.

A diretora Susanne Bier já nos mostrou um debate ético arrebatador em Depois do Casamento. Agora em Segunda Chance o dilema moral, como ideia, é muito maior, e dificilmente há um momento no filme que é possível relaxar de tanta tensão. Os closes nos atores são constantes e a câmera na mão deixa tudo mais imediatista. Se há momentos de calmaria, é porque Bier escolhe nos brindar de tempos em tempos com a visão da água tocada pelo vento, ou o céu pelos pássaros.

A crítica completa foi escrita para o site CinemAqui. Você deve encontrá-la pesquisando por lá.

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